Estética, Roller

Derma Erase (Microagulhamento)

Derma Erase

Microagulhamento é com Derma Erase

Veja abaixo alguns estudos científicos para utilização da técnica de Microagulhamento.

ORENTREICH E ORENTREITH (1995) foram os primeiros a relatar a utilização de agulhas com o objetivo de estimular a produção de colágeno no tratamento de cicatrizes deprimidas e rugas, técnica difundida com o nome de subincisão.

CAMIRAND e DOUCET (1997)

Descrevem a utilização de agulhas de “pistola de tatuagem” para promover uma abrasão com agulha e tratar cicatrizes.

FERNANDES, (2006)

Descreve a técnica atual como a utilização de um sistema de microagulhas aplicado à pele com o objetivo de gerar múltiplas micropunturas, longas o suficiente para atingir a derme e desencadear, com o sangramento e também estímulo inflamatório que resultaria na produção de colágeno. Em seu estudo comprovou um aumento de 1000% na quantidade de colágeno.

BAL et al (2008)

Realizaram um ensaio clínico com 18 pessoas e aplicaram a técnica no antebraço para observar a capacidade da técnica de perfurar a barreira cutânea e também observar a segurança em termos de irritação e vermelhidão da pele após o procedimento. Confirmam que a técnica é efetiva para a permeação de fármacos e é minimamente invasiva, seus efeitos adversos duram menos de 2 horas para agulhas de menor comprimento.

A ação da técnica inicia-se com a perda da integridade da barreira cutânea, tendo como alvo a dissociação dos queratinócitos, que resulta na liberação de citocinas como a interleucina -1a, predominantemente, além da interleucina- 8, interleucina-6, TNF-a e GM-CSF, resultando em vasodilatação dérmica e migração de queratinócitos para restaurar o dano epidérmico. (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013).

Três fases do processo de cicatrização, seguindo o trauma com as agulhas, podem ser bem delineadas, didaticamente: na primeira, a de injúria, ocorre liberação de plaquetas e neutrófilos responsáveis pela liberação de fatores de crescimento com ação sobre os queratinócitos e os fibroblastos como os fatores de crescimento de transformação a e ß (TGF-a e TGF-ß), o fator de crescimento derivado das plaquetas (PDGF), a proteína III ativadora do tecido conjuntivo e o fator de crescimento do tecido conjuntivo. (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013).

Na segunda fase, a de cicatrização, os neutrófilos são substituídos por monócitos, e ocorrem angiogênese, epitelização e proliferação de fibroblastos, seguidas da produção de colágeno tipo III, elastina, glicosaminoglicanos e proteoglicanos.
Paralelamente, o fator de crescimento dos fibroblastos , o TGF- a e o TGF-ß são secretados pelos monócitos. Aproximadamente cinco dias depois da injúria a matriz de fibronectina está formada, possibilitando o depósito de colágeno logo abaixo da camada basal da epiderme. (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013).

Na terceira fase ou de maturação, o colágeno tipo III que é predominante na fase inicial do processo de cicatrização e que vai sendo lentamente substituí-do pelo colágeno tipo I, mais duradouro, persistindo por prazo que varia de cinco a sete anos. (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013).

AUST et al (2008)

Realizaram um estudo retrospectivo com 428 pacientes com flacidez de pele e em estudo histológico comprovaram um aumento da deposição de colágeno após 6 meses de uma única aplicação. Houve aumento de 40% no espessamento da epiderme e 80% dos pacientes relataram uma melhor qualidade da pele.

FABBROCINI et al (2009)

Realizaram estudo para verificar o resultado da técnica para cicatriz atrófica de acne e relatam que a análise das fotografias de pacientes, suportadas pelo teste de sinal e do grau de irregularidade da superfície microrrelevo apoiada pela FFT. Mostraram que, depois de apenas duas sessões, o grau de gravidade das cicatrizes melhorou significativamente e não apresentaram complicações.

MAJID (2009)

Realizou um ensaio clínico com 37 pacientes com cicatrizes faciais atróficas com aplicação do roller de 1,5mm. Dos 36 pacientes que preencheram o questionário no final do período de estudo, 29 pacientes relataram a resposta como “excelente” (7-10 na escala de 10 pontos), 4 pacientes relataram a resposta como “bom” (pontuação de 4 -6 ) e apenas 3 pacientes relataram a resposta como “pobres” (pontuação < 4). Conclui que é uma técnica segura, eficaz, simples de aplicar e com excelentes resultados em cicatrizes de diversas etiologias. 88,7% dos pacientes tiveram uma resposta boa ou excelente para cicatrizes de face.

AUST et at (2010)

Realizaram um estudo para verificar a eficácia da técnica no tratamento de fotoenvelhecimento e concluem que a técnica é eficaz para o tratamento e melhora da pele, aumentando significativamente a quantidade de fatores de crescimento na pele e oferece uma terapia regenerativa para melhorar a aparência da pele e qualidade ou até mesmo evitar cicatrizes.

AUST et al (2010)

Em outro estudo de cicatrizes pós-queimaduras com 18 pacientes verificaram um aumento de 45% na deposição de colágeno e elastina e histologicamente cristas epidérmicas normais, melhora de 80% no aspecto estético da lesão. Normalização da matriz de colagénio/elastina na derme reticular em 1 ano pós-operatório.

AUST et al (2010)

Realizaram estudo piloto em 3 mulheres para verificar o efeito da técnica na melhora do aspecto estético de flacidez das mãos e em todas foi constatado a melhora da qualidade da pele, ausência de complicações e neovascularização.

AUST , KNOBLOCH, VOGT (2010)

Realizaram um estudo com 22 mulheres com estrias causadas por distensão abdominal (gravidez) e apenas uma aplicação. A figura na próxima página mostra um corte histológico de uma estria antes e 6 meses após a aplicação da técnica.

Foi notado uma normalização considerável das fibras colágenas e elásticas na derme e o aumento do depósito de colágeno tipo I após 6 meses da aplicação. O autor sugere que mais ensaios clínicos randomizados sejam realizados para elucidar o valor da técnica.

LEHETA et al (2011)

Realizaram um ensaio clínico randomizado com 30 pacientes comparando os resultados de aplicações de ácido tricloroacético em cicatrizes de acne e concluíram que no grupo que recebeu a terapia do Microagulhamento o índice de gravidade da cicatriz obteve uma melhora em 68,3%. No grupo do ácido a melhora foi de 75,3%.

A conclusão é que ambos são efetivos e que não houve diferença significativa entre os grupos.

KIN et al (2011)

Realizaram um estudo comparativo entre IPL e Microagulhamento em ratos. Foi realizado análise munohistológica para colágeno tipo I, concluíram que o microagulhamento é mais eficaz que a luz intensa pulsada, em relação a quantidade de colágeno depositada e a qualidade da reorganização das fibras.

LIMA, LIMA e TAKANO (2013)

Que o microagulhamento é tratamento inovador e passível de ser utilizado para um amplo espectro de indicações quando o objetivo é o estímulo da produção de colágeno, funcionando como mais uma arma que compõe o arsenal terapêutico. Em seu estudo realizado com porcos, estabeleceram a relação do comprimento da agulha utilizada com a profundidade do dano atingido.
O exame microscópico na primeira fase (imediatamente após a injúria) revelou predominantemente ectasia vascular com extravasamento de hemácias. Tal achado foi observado de forma superficial, acometendo a derme papilar na agulha de 0,5mm e estendeu-se à derme reticular nas agulhas maiores.

A quantidade de hemorragia gerada foi também proporcional ao aumento do comprimento das agulhas. A epiderme encontrava-se aparentemente íntegra à microscopia óptica, exceto pela presença do local da passagem da agulha. Citam ainda as indicações para a técnica como:

– Veiculador de ativos para rejuvenescimento como o retinol e a vitamina C;
– Para estímulo isolado no rejuvenescimento da face, melhorando a coloração, textura e brilho da pele;
– Tratamento da flacidez e atenuação de rugas, já que favorece a produção de colágeno proporcionando aumento de volume da área tratada;
– A correção de cicatrizes deprimidas distensíveis, onduladas e retráteis, bem como na melhoria de estrias recentes e antigas.

 


 

Derma Erase é um Rolo de Microagulhas para realizar terapia de Indução Percutânea de Colágeno sendo indicado para aplicação de ativos na pele, rejuvenescimento, tratamento de cicatrizes, estrias, acne, rugas e linhas de expressão, entre outros.

Composto por um cilindro cravejado com micro agulhas de aço inoxidável com 540 microagulhas de aço inoxidável, perfeitamente alinhadas, nas seguintes medidas: 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5 e 3,0mm. A diversidade em medidas das agulhas garante precisão nos diversos tratamentos possíveis com o Derma Erase. Quando aplicadas em movimento de rolamento provacam micro lesões na pele que estimulam a formação de colágeno e favorecem a permeação de cremes e ativos utilizados nos tratamentos.

Derma Erase é o único equipamento do mercado com esse número de agulhas, com registro na ANVISA. E permite também sua utilização também por profissionais não médicos (Esteticistas, Fisioterapeutas e Biomédicos).

INDICAÇÕES DO DERMA ERASE

– Rugas e Linhas de expressão, ao redor dos olhos, acima dos lábios, pescoço, colo e outras regiões;
– Acne;
– Cicatrizes atróficas e de acne;
– Estrias;
– Rejuvenescimento;
– Hipopigmentação;
– Hiperpigmentação.

 


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