ILIB, Laser

A fotobiomodulação contra o Coronavírus!

Laser contra covid19

Juliano Abreu Pacheco
Coordenador do Departamento de Pesquisa, Hospital do Câncer de Ribeirão Preto, SP, Brasil

Este arquivo foi traduzido utilizando o Google Translator, a partir de um documento original que nos foi cedido.
Para visualizar o documento original clique aqui.

Em tempos de incerteza pessoal e científica, o mundo se tornou inseguro e confuso, causando um impacto sombrio na humanidade devido a um ser pequeno, inferior a 0,2 μm, formado por uma cápsula protetora e material genético. Prazer em conhecê-lo: doença Covid-19, vírus SARS-CoV-2 e família de vírus corona.

Essa doença pandêmica tem uma característica de alto poder de contágio interpessoal e rápida disseminação de infecção com altos níveis de morbimortalidade associados à SARS-CoV, o que requer um monitoramento cuidadoso da recorrência da transmissão e preparações para a rápida implementação de medidas de controle. Surtos globais demonstraram a facilidade com que esse vírus pode semear e se espalhar nas populações humanas quando os casos permanecem sem serem detectados ou quando pessoas infectadas não são vistas em ambientes monitorados com baixo risco de transmissão [1].

Em casos mais graves, há uma evolução para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), que é infecciosa e causa rápido rebaixamento sistêmico do paciente. Essa doença respiratória aguda tem sinais e sintomas muito graves, e a maioria dos pacientes rebaixados desenvolve evidências radiográficas de pneumonia e requer hospitalização para reduzir sua condição [1,2].

A infecção por SARS-CoV-2 pode desencadear uma série de respostas imunológicas humorais e celulares. Anticorpos específicos de imunoglobulina (IgG e IgM) já foram detectados aproximadamente 2 semanas após a infecção e, em alguns casos, podem permanecer em altos níveis até 180 dias após a infecção [3]. Quantidades elevadas de anticorpos neutralizantes e respostas de linfócitos T citotóxicos específicos para SARS-CoV-2 foram detectadas em pacientes que se recuperaram da SARS [4,5], e os níveis de resposta correlacionaram-se bem com o resultado da doença [6]. Isso sugere que as respostas imunes humorais e celulares são cruciais para eliminar a infecção por SARS-CoV.

Atualmente, os tratamentos farmacológicos e hematológicos estão sendo utilizados e estudados em todo o mundo, por meio de pesquisas clínicas ou laboratoriais, buscando uma remissão relativa ou absoluta da doença, enquanto uma vacina segura certificada pela Organização Mundial da Saúde não é viável. Os tratamentos atuais envolvem vários protocolos [7]: favipiravir; Deferoxamina; Plasma convalescente; Tocilizumab / Metilprednisolona; Hidroxicloroquina / Azitromicina / Lopinavir / Ritonavir; Isotretinoína; Clevudina; Oxigenoterapia Hiperbárica; Clopidogrel / Rivaroxaban; Grânulo Huaier; DAS181; Ivermectina e Nitazoxanida; Dapagliflozina; Enzima de conversão da angiotensina humana recombinante 2; Ruxolitinibe; Baricitinibe; Lenalidomida; Acalabrutinibe; Ruxolitinibe; Interferão beta-1a; Umifenovir; ciclesonida; Peginterferon Lambda-1a; Células mesenquimais estromais; Sarilumabe; Leflunomida; Citrato de sildenafil; Telmisartan; Sargramostim; CamostatMesilate; Etoposido; Enoxaparina; Clorpromazina; Sirolimus; HB-adMSCs alogênicos; Remdesivir; Nitazoxanida; Telmisartan; Clazakizumab; HB-adMSCs; Vazegepant; WJ-MSCs; Tetrandrina; Mesênquima NestCell®; Inibidor da ECA; Ácido tranexâmico; Dexametasona; Desfibrotídeo.

Em meio a essa dificuldade em definir uma terapia mais exclusiva para o tratamento da SARS-CoV-2, é possível que técnicas não medicamentosas se tornem razoáveis ​​nesse momento de pandemia. Um exemplo terapêutico para essas pessoas infectadas com efeitos menos deletérios, sem invasividade e técnica simples, seria a Fotobiomodulação Transdérmica Sistêmica (PBMS), por meio de dispositivos LASER de baixa intensidade que estimulam um maior processo de hematose no nível do parênquima pulmonar e aumentam a imunidade [8 9].

O PBMS é utilizado há 4 anos no Hospital do Câncer de Ribeirão Preto, com excelentes resultados em pacientes com neoplasias malignas, com melhorias significativas em biomarcadores, imunidade, analgesia, reparo tecidual e processos anti-inflamatórios. O local preferido para a irradiação de PBMS transdérmico não invasivo é a região anatômica da artéria carótida primitiva (ACP) por um tempo predeterminado (5 min a 30 min), de modo que os efeitos homeostáticos sistêmicos sejam refletidos durante o tratamento [10]. Existe uma modulação relacionada à atividade de macrófagos, neutrófilos e linfócitos que agirão para inibir a produção de citocinas pró-inflamatórias e bloquear a infiltração dessas células de defesa para que não penetrem na lesão [11]. Outro mecanismo está relacionado às concentrações de glóbulos vermelhos durante a irradiação com LASER de baixa intensidade, com rápido aumento na saturação de oxigênio (Spo2) e captação de oxihemoglobina com impacto positivo na defesa e no sistema respiratório [12].

Após 2 meses de quarentena no Brasil, não há casos de pacientes infectados pelo vírus corona nesta unidade hospitalar (Hospital de Câncer de Ribeirão Preto) até a presente data desta publicação.

Reitero que o PBMS transdérmico está sendo utilizado com cuidado e com bastante eficácia no controle fisiopatológico das neoplasias de tumores sólidos nesta unidade de saúde e de maneira refratária à prevenção do Covid-19.
Como não é uma panacéia nova, é importante aprofundar os estudos relacionados a essas observações clínico-laboratoriais do PBMS e seus efeitos no vírus corona, para que as conclusões científicas permaneçam promissoras e racionais.

Citation: Pacheco JA. Can Systemic Photobiomodulation Help Coro- navirus Anti-Viral Immunity? Cancer Clin J. 2020;2(1):1010.
Copyright: © 2020 Juliano Abreu Pacheco Publisher Name: Medtext Publications LLC Manuscript
Compiled: May 11th, 2020
Corresponding Author: Juliano Abreu Pacheco, Coordinator of the Research Department, Ribeirão Preto Cancer Hospital, SP, Brazil
E- mail: japacheco@hcancerderibeirao.org.br

Referências

  1. Du L, He Y, Zhou Y, Liu S, Zheng BJ, Jiang S. The spike protein of SARS-CoV — a target for vaccine and therapeutic development. Nat Rev Microbiol. 2009;7(3):226-36.
  2. This is an updated version of a document first issued by CDC in December 2003. The document provides guidance for surveillance, clinical and laboratory evaluation, and reporting in the setting of no known person-to-person transmission of SARS- CoV worldwide. Public Health Guidance for Community-Level Preparedness and Response to Severe Acute Respiratory Syndrome (SARS).
  3. Mo HY. Avaliação por ensaio imunofluorescente indireto e ensaio imunoabsorvente enzimático das alterações dinâmicas das respostas de anticorpos séricos contra coronavírus da síndrome respiratória aguda grave. Queixo Med J. 2005;118:446-50.
  4. Xu X, Gao X. Respostas imunológicas contra a infecção por SARS-coronavírus em humanos. Célula Mol Immunol. 2004;1:119-22.
  5. Zhong X, Yang H, Guo ZF, Sin WY, Chen W, Xu J, et al. B-cell responses in patients who have recovered from severe acute respiratory syndrome target a dominant site in the S2 domain of the surface spike glycoprotein. J Virol. 2005;79(6):3401-8.
  6. Li T, Xie J, He Y, Fan H, Baril L, Qiu Z, et al. Long-term persistence of robust antibody and cytotoxic T cell responses in recovered patients infected with SARS corona virus. PLoS One. 2006;1:e24.
  1. https://www.clinicaltrials.gov/ct2/results?cond=COVID-19&age_v=&gndr=&type=I ntr&rslt=&Search= Aplicar+
  2. Musawi AL, Jaafar MS, Al-Gailani B. Efeitos da irradiação a laser de baixo nível nos linfócitos do sangue humano in vitro. Lasers Med Sci. 2017;32:405-11.
  3. de Freitas LF, Hamblin MR. Proposed Mechanisms of Photobiomodulation or Low- Level Light Therapy. IEEE J Sel Top Quantum Electron. 2016;22(3):7000417.
  4. Pacheco JA, Schapochnik A, Conforto de Sá C, Santiago ACM, Martinez GL, Yamaji MAK. Applied Transdérmic Photobiomodulator Therapy About the Primary Carotide Artery in Patients Under Hormonal Blockers and Dynude Disorders and Pathogenic Flora of Orofaringeo and Systemic Repercussions. Am J Biomed Sci Res. 2019;4(4).
  5. Chang HC, Zhang ZZ, Liu L. Low-dose Light Therapy on Host Immune Response:Physiological Effects and Mechanisms of Action. Progress Biochem Biophy. 2017;44(12):1074-1082.
  6. Walski T, Drohomirecka A, Bujok J, Czerski A, Wąż G, Trochanowska-Pauk N, et al. “Low-Level Light Therapy Protects Red Blood Cells Against Oxidative Stress and Hemolysis During Extracorporeal Circulation. Front Physiol. 2018;9:647.

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